Quando a truculência alheia nos incomoda devemos ponderar e reflitir em quantas situações a nossa própria truculência incomodou outros que, mesmo sentindo-se invadidos e desrespeitados, souberam, com a delicadeza própria das pessoas sensíveis, olhar e compreender que um dia também foram assim; não fosse a bondade, o amor e a tolerância de outros, ainda estariam na mesma situação deste (s) que lhes impunha tamanha violência; devemos portanto compreender que, assim como cuidar do jardim cabe ao jardineiro, zelar pela evolução é o nosso compromisso com o universo.
Se a violência impetrada instigar-nos a pensar ou agir violentamente:
- primeiro percebamos que houve uma distorção de ótica, pois aquela criatura que supunhamos inferior agora nos domina mostrando-se superior, capturando e instigando nossas emoções mais primitivas que jaziam adormecidas em nosso DNA - nosso ego nos enganou !;
- segundo, se a nossa fraqueza for tamanha a ponto de não a superarmos, ainda assim não devemos reagir - afastemo-nos cordial e amigavelmente pois, se insistirmos nesta relação, sucumbiremos como servos e escravos na relação com esta egrégora que nos destruirá.
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