Percebe em ti a agitação interna que os reflexos condicionados de lutar ou correr provocam quando você se encontra em uma situação que provoca medo.
Apenas observa e procura entender que são apenas respostas automáticas gravadas em teu subconsciente que, tal como um programa qualquer de computador, responde sempre da mesma forma para determinado estímulo, tornando-o totalmente previsível e destituído da liberdade de escolha.
Agora para e olha menos para o estímulo e mais para a tua reação, observa; sinta o instinto selvagem contorcendo-se e compreende que é apenas uma maneira, as vezes certa, as vezes errada, de como o teu ser aprendeu a reagir a determinadas situações, sem ter que processar, observar e pensar no episódio em particular.
Assim como em Ásana sustentas uma posição firme e confortável com permanência e consciência exacerbadas; pratica a auto-observação e a auto-superação, apenas observando-se sem reagir: Vê que esta reação é apenas um mecanismo programado em teu subconsciente se manifestando e te dando uma solução comum - automática; compreende que agora, consciente do que está acontecendo, você tem o poder de escolher, poder de fazer algo diferente do que sempre fez; algo que pode te conduzir a resultados exponencialmente superiores.
Experimenta este sentimento de liberdade e poder e torna-te o senhor de si mesmo.
sábado, 29 de dezembro de 2007
Escolhas conscientes
Você ja reparou que a maioria das vezes em que se deu mal foi em função de escolhas e reações emocionais inconscientes ? Não ?
Então observa em que momentos você toma este tipo de decisões que produzem conseqüencias indesejáveis e verá que normalmente são situações em que você não se deu a oportunidade de pensar, momentos em que a emocionalidade dominava.
Agora avança um pouco mais e veja quais as pessoas que te levam a tomar decisões inpensadas, te levando pela emoção; verá que são aquelas das quais mais gosta e pelas quais está disposto a fazer algum sacrifício, verá também que toda vez que estiverem abordando algum assunto difícil e desconfortável a atitude daquele que não se dá bem é se submeter, se sentir culpado, se colocar em situação inferior, anulando-se e às suas vontades; com o passar do tempo estas atitudes passam para o piloto automático, um reflexo condicionado. Nem você e nem a outra pessoa envolvida percebem, mas bastou surgir um assunto delicado e cada um assume o seu papel de vítima ou de vilão...cessa a atividade mental e a emocionalidade assume o leme.
O primeiro passo para sair deste círculo vicioso é a consciência. É necessário que nos concientizemos, que percebamos que estamos reagindo a um estímulo de maneira automática, condicionada. Provavelmente a melhor maneira de fazer isso é através da auto-observação. Melhor, em um momento difícil, talvez seja olhar para dentro e observar o tipo de reações que aquele estímulo está provocando e compreender que aquelas reações são como um mecanismo de defesa acionado automaticamente em função de certas condições externas e que não leva as causas daquelas condições em consideração - apenas reage sem raciocinar.
Auto-superar-se e não permitir que o impulso interior, acionado pelo programa implantado em nosso subconsciente, aflore, é uma escolha que exige consciência, disciplina e amor próprio já que é diferente da forma convencional de reagir e é também a que nos levará a obter resultados diferentes dos convencionais.
A partir do momento em que somos conscientizados de que desfazemos um ásana por reflexo condicionado de um estímulo mal interpretado por nosso cérebro como dor e desconforto, se interferirmos com nossa vontate, dispostos a nos auto-superar para continuar plenamente conscientes, firmes e com disposição de auto-observação, aumentaremos o tempo de permanência conscientemente, distingüindo as sensações geradas pela posição.
Tal como em ásana, quando estamos conscientes de que na maioria das vezes reagimos automaticamente a estimulos externos por reflexo condicionado, que nada mais é do que um programa instalado em nosso subconsciente que não está funcionando adequadamente por não levar o contexto em consideração, podemos interferir aplicando mais consciência; passando a nos observar melhor quando estamos envolvidos em situações delicadas, conseguimos desligar o programa automático de reações instintivo-emocionais e agimos mais conscientemente, compreendendo a situação em seu contexto, respondendo mais apropriadamente segundo a natureza de cada evento. Desta forma impedimos a manifestação de reações automáticas e puramente emocionais, que não passaram pelo crivo de nossa consciência, e que, no lugar de nos ajudar, só nos prejudicariam; passamos então a fazer as nossas escolhas livres de condicionamentos, livres de amarras e de sentimentos de culpa, baseados em nossa experiência e na plena consciência do momento presente.
Vítima e vilão são apenas os nomes de papeis que desempenhamos quando deixamos nos conduzir pelo piloto automático que, por comodidade ou covardia, acionamos para não aplicar e consultar a consciência.
Já imaginou o sentimento de culpa ou de burrice gerado se a consciência nos dissesse para seguir um caminho qualquer e, por preguiça ou algum outro tipo de desconforto, optassemos por seguir o comportamento sugerido pelo piloto automático e dessemos com os burros n´água ?? Então, algumas vezes, reconhecendo a própria incapacidade ou inabilidade de fazer o que tem que ser feito a luz da consciência, escolhemos "conscientemente" desliga-la, ou melhor, silenciá-la.
Assim, é claro, não podemos reclamar, onde quer que isto vá nos levar ! Afinal ser refém de alguns comportamentos condicionados também pode ter sido uma escolha consciente...
Então vamos parar de reclamar e culpar os outros pelo que nos acontece.
Comecemos certo, fazendo nossas próprias escolhas acompanhadas por nossa consciência.
Então observa em que momentos você toma este tipo de decisões que produzem conseqüencias indesejáveis e verá que normalmente são situações em que você não se deu a oportunidade de pensar, momentos em que a emocionalidade dominava.
Agora avança um pouco mais e veja quais as pessoas que te levam a tomar decisões inpensadas, te levando pela emoção; verá que são aquelas das quais mais gosta e pelas quais está disposto a fazer algum sacrifício, verá também que toda vez que estiverem abordando algum assunto difícil e desconfortável a atitude daquele que não se dá bem é se submeter, se sentir culpado, se colocar em situação inferior, anulando-se e às suas vontades; com o passar do tempo estas atitudes passam para o piloto automático, um reflexo condicionado. Nem você e nem a outra pessoa envolvida percebem, mas bastou surgir um assunto delicado e cada um assume o seu papel de vítima ou de vilão...cessa a atividade mental e a emocionalidade assume o leme.
O primeiro passo para sair deste círculo vicioso é a consciência. É necessário que nos concientizemos, que percebamos que estamos reagindo a um estímulo de maneira automática, condicionada. Provavelmente a melhor maneira de fazer isso é através da auto-observação. Melhor, em um momento difícil, talvez seja olhar para dentro e observar o tipo de reações que aquele estímulo está provocando e compreender que aquelas reações são como um mecanismo de defesa acionado automaticamente em função de certas condições externas e que não leva as causas daquelas condições em consideração - apenas reage sem raciocinar.
Auto-superar-se e não permitir que o impulso interior, acionado pelo programa implantado em nosso subconsciente, aflore, é uma escolha que exige consciência, disciplina e amor próprio já que é diferente da forma convencional de reagir e é também a que nos levará a obter resultados diferentes dos convencionais.
A partir do momento em que somos conscientizados de que desfazemos um ásana por reflexo condicionado de um estímulo mal interpretado por nosso cérebro como dor e desconforto, se interferirmos com nossa vontate, dispostos a nos auto-superar para continuar plenamente conscientes, firmes e com disposição de auto-observação, aumentaremos o tempo de permanência conscientemente, distingüindo as sensações geradas pela posição.
Tal como em ásana, quando estamos conscientes de que na maioria das vezes reagimos automaticamente a estimulos externos por reflexo condicionado, que nada mais é do que um programa instalado em nosso subconsciente que não está funcionando adequadamente por não levar o contexto em consideração, podemos interferir aplicando mais consciência; passando a nos observar melhor quando estamos envolvidos em situações delicadas, conseguimos desligar o programa automático de reações instintivo-emocionais e agimos mais conscientemente, compreendendo a situação em seu contexto, respondendo mais apropriadamente segundo a natureza de cada evento. Desta forma impedimos a manifestação de reações automáticas e puramente emocionais, que não passaram pelo crivo de nossa consciência, e que, no lugar de nos ajudar, só nos prejudicariam; passamos então a fazer as nossas escolhas livres de condicionamentos, livres de amarras e de sentimentos de culpa, baseados em nossa experiência e na plena consciência do momento presente.
Vítima e vilão são apenas os nomes de papeis que desempenhamos quando deixamos nos conduzir pelo piloto automático que, por comodidade ou covardia, acionamos para não aplicar e consultar a consciência.
Já imaginou o sentimento de culpa ou de burrice gerado se a consciência nos dissesse para seguir um caminho qualquer e, por preguiça ou algum outro tipo de desconforto, optassemos por seguir o comportamento sugerido pelo piloto automático e dessemos com os burros n´água ?? Então, algumas vezes, reconhecendo a própria incapacidade ou inabilidade de fazer o que tem que ser feito a luz da consciência, escolhemos "conscientemente" desliga-la, ou melhor, silenciá-la.
Assim, é claro, não podemos reclamar, onde quer que isto vá nos levar ! Afinal ser refém de alguns comportamentos condicionados também pode ter sido uma escolha consciente...
Então vamos parar de reclamar e culpar os outros pelo que nos acontece.
Comecemos certo, fazendo nossas próprias escolhas acompanhadas por nossa consciência.
sexta-feira, 21 de dezembro de 2007
Aceitação
O pré-conceito e o julgamento tem um preço: a estagnação.
Mais racional é aceitar as coisas como são e seguir o nosso caminho sem perder tempo julgando, criticando ou reclamando das coisas ou das pessoas.
Mais racional é aceitar as coisas como são e seguir o nosso caminho sem perder tempo julgando, criticando ou reclamando das coisas ou das pessoas.
terça-feira, 18 de dezembro de 2007
Você é vegetariano ?
A menos que haja um real e sincero interesse por parte do interlocutor, para que perder tempo esclarecendo alguém que é apenas um questionador compulsivo ?
Então para a pergunta : Você é vegetariano ?
Uma saída interessante é: Não, apenas não como carnes !
Então para a pergunta : Você é vegetariano ?
Uma saída interessante é: Não, apenas não como carnes !
sexta-feira, 14 de dezembro de 2007
Tolerância
Quando a truculência alheia nos incomoda devemos ponderar e reflitir em quantas situações a nossa própria truculência incomodou outros que, mesmo sentindo-se invadidos e desrespeitados, souberam, com a delicadeza própria das pessoas sensíveis, olhar e compreender que um dia também foram assim; não fosse a bondade, o amor e a tolerância de outros, ainda estariam na mesma situação deste (s) que lhes impunha tamanha violência; devemos portanto compreender que, assim como cuidar do jardim cabe ao jardineiro, zelar pela evolução é o nosso compromisso com o universo.
Se a violência impetrada instigar-nos a pensar ou agir violentamente:
- primeiro percebamos que houve uma distorção de ótica, pois aquela criatura que supunhamos inferior agora nos domina mostrando-se superior, capturando e instigando nossas emoções mais primitivas que jaziam adormecidas em nosso DNA - nosso ego nos enganou !;
- segundo, se a nossa fraqueza for tamanha a ponto de não a superarmos, ainda assim não devemos reagir - afastemo-nos cordial e amigavelmente pois, se insistirmos nesta relação, sucumbiremos como servos e escravos na relação com esta egrégora que nos destruirá.
Se a violência impetrada instigar-nos a pensar ou agir violentamente:
- primeiro percebamos que houve uma distorção de ótica, pois aquela criatura que supunhamos inferior agora nos domina mostrando-se superior, capturando e instigando nossas emoções mais primitivas que jaziam adormecidas em nosso DNA - nosso ego nos enganou !;
- segundo, se a nossa fraqueza for tamanha a ponto de não a superarmos, ainda assim não devemos reagir - afastemo-nos cordial e amigavelmente pois, se insistirmos nesta relação, sucumbiremos como servos e escravos na relação com esta egrégora que nos destruirá.
Dívida eterna x Gratidão eterna
A inteligência me impõem declarar que a gratidão eterna sobrepõem em anos luz a dívida eterna e até mesmo a dizer que a dívida eterna não existe por separar, não unír as pessoas, é apenas uma manifestação de um ego hipertrofiado portanto: desequilibrado. A gratidão, esta sim, pode ser eterna.
A diferença está no sentimento gerado, logo: no resultado produzido.
Enquanto a dívida eterna gera pressão, cobranças e um sentimento de obrigação, coagindo, submetendo e finalmente, separando as pessoas, a gradidão incentiva a admiração, o respeito, o amor e a união entre todos os seres.
Enquanto a primeira afasta os seres por imposição da lei do retorno (lei da natureza que não necessita mais do que o ato original para produzir efeitos maravilhosos ou temíveis - tudo segundo a natureza do ato original.) retardando resultados por excesso de interferência, a segunda, gera a compreensão, incentiva a colaboração, promove a união e acelera resultados.
Se fazemos algo desinteressadamente e depois esperamos ou cobramos uma retribuição ou um preço que, originalmente, não haviamos estabelecido:
1 - interferimos e alteramos diretamente os efeitos que poderiam ser produzidos expontaneamente pelas leis da natureza originados pelo ato original.
2 - impomos um fardo, uma carga de responsabilidades a pessoas que, simplesmente não exerceram o seu poder de escolha, assim, mesmo que inconsciente, o sentimento que fica é a ausência de respeito e, pessoas que poderiam alimentar um sentimento de gratidão eterna sentem-se oprimidas por um sentimento de dívida impagável.
3 - por não ser confiáveis, desrespeitando a liberdade de escolha dos demais, seremos condenados ao ostracismo, ao isolamento, longe da convivência em sociedade até que a consciência se manifeste e sejamos capazes de traduzir em atos aquilo que compreendemos por reflexão.
Agindo consciente e desinteressadamente a lei do retorno virá segundo a natureza dos nossos atos - por isso a importância de agir o mais conscientemente possível.
Quando agir desinteressadamente elimine as cobranças e as expectativas do retorno, simplesmente aja pelo prazer que isso lhe proporciona.
Saiba receber com alegria e com gratidão:
- com alegria mesmo que, em sua consciência já não exista mais a recordação da ação que deu origem àquile recebimento.
- com gratidão porque é possível que estejas recebendo por algo que ainda não fez.
A diferença está no sentimento gerado, logo: no resultado produzido.
Enquanto a dívida eterna gera pressão, cobranças e um sentimento de obrigação, coagindo, submetendo e finalmente, separando as pessoas, a gradidão incentiva a admiração, o respeito, o amor e a união entre todos os seres.
Enquanto a primeira afasta os seres por imposição da lei do retorno (lei da natureza que não necessita mais do que o ato original para produzir efeitos maravilhosos ou temíveis - tudo segundo a natureza do ato original.) retardando resultados por excesso de interferência, a segunda, gera a compreensão, incentiva a colaboração, promove a união e acelera resultados.
Se fazemos algo desinteressadamente e depois esperamos ou cobramos uma retribuição ou um preço que, originalmente, não haviamos estabelecido:
1 - interferimos e alteramos diretamente os efeitos que poderiam ser produzidos expontaneamente pelas leis da natureza originados pelo ato original.
2 - impomos um fardo, uma carga de responsabilidades a pessoas que, simplesmente não exerceram o seu poder de escolha, assim, mesmo que inconsciente, o sentimento que fica é a ausência de respeito e, pessoas que poderiam alimentar um sentimento de gratidão eterna sentem-se oprimidas por um sentimento de dívida impagável.
3 - por não ser confiáveis, desrespeitando a liberdade de escolha dos demais, seremos condenados ao ostracismo, ao isolamento, longe da convivência em sociedade até que a consciência se manifeste e sejamos capazes de traduzir em atos aquilo que compreendemos por reflexão.
Agindo consciente e desinteressadamente a lei do retorno virá segundo a natureza dos nossos atos - por isso a importância de agir o mais conscientemente possível.
Quando agir desinteressadamente elimine as cobranças e as expectativas do retorno, simplesmente aja pelo prazer que isso lhe proporciona.
Saiba receber com alegria e com gratidão:
- com alegria mesmo que, em sua consciência já não exista mais a recordação da ação que deu origem àquile recebimento.
- com gratidão porque é possível que estejas recebendo por algo que ainda não fez.
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