O conhecimento do método não é suficiente. Há que se por o método em prática, isto sim, produzirá resultados.
O simples fato de ter uma receita em mãos não transformará o seu detentor em um cozinheiro. Há que se reunir a experiência, os ingredientes, aplicar trabalho, tempo de cozimento, decoração do prato entre outras atividades, até que a receita se transforme em um prato atraente e saboroso e o seu artífice em um hábil Mestre na arte da culinária.
terça-feira, 22 de janeiro de 2008
Efetividade
Potencialize todas as suas ações agindo com intenção e foco, totalmente concentrado no momento presente.
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Saber x Crer
O crer, é o instrumento utilizado onde a busca, a pesquisa, e a difusão do conhecimento são limitados, não se sabe apenas se acredita. É a intensidade no acreditar que dará ao crente a força para perseguir objetivos através de atos, cujos resultados, ele mesmo desconhece, apenas crê que o levarão ao objetivo. Muitas vezes torna pessoas sucetíveis, manipuláveis, obscurantistas e alienadas da lei natural de causa e efeito.
O saber é o fruto do estudo, do conhecimento e da experiência prática, repetida, comprovada e documentada. É um foco de luz que dissipa as trevas, totalmente alinhado com a lei natural de causa e efeito, indica um caminho nem sempre fácil, mas que, se seguido, nos levará à meta.
O saber liberta dissipando as trevas e tornando-nos menos suscetíveis e manipuláveis.
Ambos, saber e crer, se ainda não se experienciou o alcance dos resultados desejados, necessitam de uma dose de fé, no crer esta dose deve ser infinitamente maior uma vez que os atos devem ser seguidos segundo o dogma apreogado, no saber somos incitados a nos preparar, a estudar, a descobrir, a desvendar e a experienciar os caminhos assinalados pelos acentrais que já os percorreram.
O saber é o fruto do estudo, do conhecimento e da experiência prática, repetida, comprovada e documentada. É um foco de luz que dissipa as trevas, totalmente alinhado com a lei natural de causa e efeito, indica um caminho nem sempre fácil, mas que, se seguido, nos levará à meta.
O saber liberta dissipando as trevas e tornando-nos menos suscetíveis e manipuláveis.
Ambos, saber e crer, se ainda não se experienciou o alcance dos resultados desejados, necessitam de uma dose de fé, no crer esta dose deve ser infinitamente maior uma vez que os atos devem ser seguidos segundo o dogma apreogado, no saber somos incitados a nos preparar, a estudar, a descobrir, a desvendar e a experienciar os caminhos assinalados pelos acentrais que já os percorreram.
Decidindo acertadamente
Os planos de existência mais densos enclipsam os mais sutís, assim como o sol que enclipsa as estrelas no céu durante o dia, no âmbito humano a dor física inibe a pecepção da energia fluindo pelo corpo... uma emoção forte impede que pensemos com acertividade.... um pensamento demasiado cartesiano impede um pensamento abstrato.... pensamentos impedem intuições....
Apesar do homem se considerar superior ao animal em função da sua capacidade racional, esta capacidade ainda é muito pouco usada e são as nossas emoções que ainda dominam a maior parte do tempo. Para que possamos atingir níveis mais altos de consciência há que se levar a observação do parágrafo anterior em consideração, não entrando em comprimentos de onda de níveis inferiores de consciência quando queremos atingir niveis mais elevados; ou seja:
O plano intuicional dispensa as ferramentas utilizadas no plano mental.
O plano mental dispensa as ferramentas utilizadas no plano emocional.
O plano emocional despensa as ferramentas utilizadas no plano físico.
Muitas são as situações em que nos vemos envolvidos e que, sem perceber, somos induzidos a sair do nível intelectual (mental / racional) para entrar no nível emocional, reduzindo desta forma o nível de consciência e sendo levados a agir ou melhor, reagir de maneira emocional, ou seja, sem pensar.
Nestas situações somos facilmente manipuláveis e levados a agir de acordo com a expectativa do criador da situação, normalmente depois nos arrependemos da decisão tomada pois a mesma não foi no nível mental, foi uma decisão totalmente emocional.
Sabendo que isto acontece podemos, observando atentamente, escolher se vamos permitir que o ambiente e o clima criados em determinadas situações nos envolvam ou não, podemos nos afastar físicamente ou optar por acompanhar a situação mentalmente, apenas observando, sem nos envolver emocionalmente.
Desta forma estaremos mais preparados para decidir acertadamente e a enfrentar e até combater situações em que o objetivo seja de manipular pessoas levando-as a decidirem pelo que na verdade não querem.
Apesar do homem se considerar superior ao animal em função da sua capacidade racional, esta capacidade ainda é muito pouco usada e são as nossas emoções que ainda dominam a maior parte do tempo. Para que possamos atingir níveis mais altos de consciência há que se levar a observação do parágrafo anterior em consideração, não entrando em comprimentos de onda de níveis inferiores de consciência quando queremos atingir niveis mais elevados; ou seja:
O plano intuicional dispensa as ferramentas utilizadas no plano mental.
O plano mental dispensa as ferramentas utilizadas no plano emocional.
O plano emocional despensa as ferramentas utilizadas no plano físico.
Muitas são as situações em que nos vemos envolvidos e que, sem perceber, somos induzidos a sair do nível intelectual (mental / racional) para entrar no nível emocional, reduzindo desta forma o nível de consciência e sendo levados a agir ou melhor, reagir de maneira emocional, ou seja, sem pensar.
Nestas situações somos facilmente manipuláveis e levados a agir de acordo com a expectativa do criador da situação, normalmente depois nos arrependemos da decisão tomada pois a mesma não foi no nível mental, foi uma decisão totalmente emocional.
Sabendo que isto acontece podemos, observando atentamente, escolher se vamos permitir que o ambiente e o clima criados em determinadas situações nos envolvam ou não, podemos nos afastar físicamente ou optar por acompanhar a situação mentalmente, apenas observando, sem nos envolver emocionalmente.
Desta forma estaremos mais preparados para decidir acertadamente e a enfrentar e até combater situações em que o objetivo seja de manipular pessoas levando-as a decidirem pelo que na verdade não querem.
sexta-feira, 4 de janeiro de 2008
A observância do código de ética do yôgin
O código de ética do yôgin visa viabilizar ao praticante atingir a meta do Yôga instrumentando-o e orientando-o com prescrições e proscrições que, se seguidas e acompanhadas pela prática constante e disciplinada do Yôga o levarão até a meta: o samádhi.
O não cumprimento ou o cumprimento apenas parcial do código de ética possibilitará ao praticante acessar apenas àqueles estágios evolutivos correspondentes àqueles yamas e niyamas com os quais estiver totalmente comprometido, portanto o comprometimento com o código de ética do yôgin tem razões de ordem prática e não moral.
Tal como sabemos do risco de edificar uma construção sobre areia junto ao mar, também devemos estar conscientes de que não veremos os resultados de nossos esforços se praticarmos Yôga sem levar o código de ética em consideração. A observação do código de ética é a base, o alicerce sobre o qual serão edificados os resultados da prática constante e disciplinada do Yôga.
O não cumprimento ou o cumprimento apenas parcial do código de ética possibilitará ao praticante acessar apenas àqueles estágios evolutivos correspondentes àqueles yamas e niyamas com os quais estiver totalmente comprometido, portanto o comprometimento com o código de ética do yôgin tem razões de ordem prática e não moral.
Tal como sabemos do risco de edificar uma construção sobre areia junto ao mar, também devemos estar conscientes de que não veremos os resultados de nossos esforços se praticarmos Yôga sem levar o código de ética em consideração. A observação do código de ética é a base, o alicerce sobre o qual serão edificados os resultados da prática constante e disciplinada do Yôga.
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